Carpet has long been considered one of the most difficult post-consumer materials to recycle. Made from multiple bonded materials and often contaminated after use, carpet historically ended up in landfills despite its valuable polymer and mineral content.
Hoje, that reality is changing.
State-Level Regulations Are Driving Change
Over the past several years, multiple U.S. states have introduced new regulations aimed at reducing carpet waste and increasing sustainability across the flooring industry. These initiatives often fall under broader extended producer responsibility (EPR) frameworks, which shift end-of-life responsibility from municipalities to manufacturers and suppliers.
Common regulatory themes include:
- Minimum post-consumer recycled (PCR) content requirements in new carpet products
- Metas de desvio aumentadas para reduzir a eliminação em aterro
- Restrições sobre certos materiais usados em sistemas de suporte de carpetes
Embora os detalhes variem de estado para estado, a direção é clara: os fabricantes devem incorporar mais conteúdo reciclado, e os recicladores devem processar o carpete de forma mais eficiente.
Aumento dos custos de eliminação e pressão sobre os aterros
Para além da regulamentação, o aumento das taxas de depósito em aterros e a capacidade limitada de eliminação estão a tornar a eliminação de carpetes cada vez mais cara. O volume e peso do carpete agravam estes custos, criando fortes incentivos económicos para reciclar em vez de enviar para aterros.
A tecnologia está finalmente a acompanhar
Os avanços na redução de tamanho, separação de materiais, e tecnologias de classificação por ar tornaram a reciclagem de carpetes mais viável do que nunca. Estes sistemas permitem aos recicladores decompor materiais compósitos de carpete, libertar fibras valiosas, e separar preenchimentos minerais para reutilização ou aplicações alternativas.
Como um resultado, recicladores e fabricantes estão a investir em equipamento capaz de processar tapetes pós-consumo em grande escala.